Como aplicar a realidade virtual em sala de aula

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A realidade virtual em sala de aula é uma tendência promissora que chegou para desbancar uma metodologia tradicional no ambiente escolar. Essa ferramenta pode facilitar o processo de ensino e de aprendizagem na medida em que estimula diversas áreas cerebrais.

Além disso, como explicações dos educadores ficam mais interessantes quando conciliadas com as estratégias virtuais para o tema do estudo. A aceitação tende a ser muito boa, uma vez que uma realidade virtual já foi incorporada na vida cotidiana dos alunos.

O limite entre o interesse e a utilização de um sistema de notificação para os objectivos propostos. Caberá aos professores adaptarem sua forma de ensino para acompanhar uma efetividade da implantação.

Quer saber como implantar uma realidade virtual no cotidiano escolar? Então, acompanhe nossas dicas aqui!

Conciliar os conteúdos teóricos com práticas virtuais

A realidade virtual é um convite para entrar em um mundo interativo e com possibilidades diversas. Para os amantes da ciência é possível aprender conceitos e compreender seus fundamentos por meio de imagens em 3D, viagens corporais virtuais virtuais e liberação de energia elétrica em situações controladas.

Funcionário da seguinte maneira: os professores abordam uma parte teórica do conteúdo científico e depois elaboram aulas práticas virtuais. Assim, o conteúdo é aprendido de forma lúdica e inteligente e os alunos ficam mais engajados com uma novidade.

Ademais, como as experiências científicas são áreas cerebrais tais como hipocampo, córtex pré-frontal, cerebelo que são responsáveis pela consolidação do conteúdo. A excitabilidade proporcionada pela novidade aumenta os níveis de adrenalina e serotonina, que garantem motivação ao experimento.

Desafie os alunos no mundo das ciências

Desde os tempos mais antigos da civilização, toda a teoria deveria ser comprovada para reforçar ou refutar os conceitos. Essa situação ainda é vivenciada nos dias de hoje, porém com mais tecnologia .

Para os amantes da eletricidade e do magnetismo, por exemplo, é importante destacar o papel dos prótons e elétrons e mostrar, dentro da realidade virtual, como é que as partículas são comportam para atrair ou repelir os polos e qual é uma aplicabilidade disso.

Os educadores convidam os alunos a executarem como aulas práticas simulando ambientes virtuais em que essa vivência é controlada. Outro exemplo é a utilização da robótica e interatividade do corpo humano para mostrar a fisiologia do organismo.

Aproveite os benefícios da realidade virtual

Os softwares podem ser utilizados para facilitar a construção do plano de ensino. Para os professores de ciências, são recomendados, além das plataformas interativas, grupos de estudos sobre a integração da realidade virtual com os ensinos em biologia.

Além disso, para enriquecer os conhecimentos em sala de aula, é recomendável uma participação de especialistas por meio de videoconferência ou acompanhamento de aulas práticas de outras instituições.

A realidade virtual em sala de aula é mais uma metodologia para ser aplicada em prol da melhoria do ensino. Com técnicas adequadas, conhecimento aprofundado e didática direcionada ao tema, como aulas ficarão interessantes ea desmotivação certamente diminuirá.

Na área de ciências, é possível traçar projetos incluindo uma robótica e interatividade das plataformas disponíveis para o desafio dos alunos e comprovar como teorias aprendidas.

Nesse contexto, os professores precisam se atualizar constantemente sobre as novas metodologias que aperfeiçoam o processo de ensino-aprendizagem. Agora que você já está por dentro da aplicação da realidade virtual em sala de aula, não deixe de conferir 3 tendências pedagógicas para 2017 para continuar aprendendo!

Aprenda como fazer com que seus alunos participem das aulas

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Estimular os alunos de forma que eles fiquem sintonizados com os conteúdos abordados e se sintam motivados a participar das aulas é uma tarefa difícil nos dias atuais. Com toda a tecnologia ao alcance dos alunos, muitos ficam dispersos e não demonstram interesse pelas aulas mais tradicionais.

Porém, existem técnicas simples que podem ser aplicadas em sala de aula para incentivar a participação dos estudantes.

Caro professor, neste post, reunimos algumas dicas sobre como você pode atrair a atenção dos alunos e, consequentemente, fazer com que eles se envolvam na aula. Confira!

1. Proponha debates em sala de aula

Dependendo da idade dos estudantes, eles costumam gostar de conversar e opinar sobre diversos assuntos. Então, professor, você pode introduzir o tema da aula contando alguma situação que você tenha vivenciado ou algo que esteja sendo debatido nas redes sociais ou na televisão. Depois, solicite aos alunos que comentem o assunto: isso cria envolvimento e gera mais interesse em querer participar.

Se o assunto for muito delicado, peça aos estudantes que façam pesquisas ou entrevistem pessoas ligadas à questão. É sempre bom incentivar a argumentação para defender um ponto de vista. Debates em sala de aula podem ser uma ótima ferramenta para trabalhar o conceito de cidadania e esclarecer questões consideradas tabus.

2. Promova atividades dinâmicas durante a aula

Deixar os alunos sentados o tempo todo e apenas chamar a atenção deles para o que está escrito no quadro já não é algo tão eficiente. Você pode pedir aos estudantes que façam uma roda, que troquem de lugar uns com os outros ou que busquem livros e outros objetos nos armários.

Se seus alunos ficam cansados nos momentos de leitura ou da realização de exercícios no caderno, você pode intercalar essas atividades com jogos e brincadeiras educativas. Existem diversos jogos com variados temas que podem ser associados ao conteúdo trabalhado em sala. Dessa forma, os alunos aprendem de maneira mais divertida.

3. Deixe seus alunos serem protagonistas

Outra forma de promover a participação dos estudantes é deixar que eles tomem lugar na proposta de ensino. De maneira periódica, convide-os a escolher o tema de uma das suas aulas, e defina quando isso vai acontecer de acordo com o seu cronograma.

Para que o leque de opções não seja muito amplo, o que pode fugir da proposta pedagógica, sugira determinados temas aos alunos e deixe que eles decidam a maneira como vão expor o assunto — seja por meio de apresentação musical, de feira de ciências ou de uma peça teatral. Essa é uma maneira de participação bastante inclusiva.

4. Mostre o valor prático da matéria

Temas trabalhados de forma muito abstrata geralmente não estimulam a participação dos alunos nas aulas. Tente demonstrar como a matéria que você leciona pode ser concretamente aplicada no dia a dia dos estudantes.

A disciplina de ciências, por exemplo, pode ser muito atrativa quando se tem aulas práticas em laboratório. Desperte o olhar dos seus alunos para os fenômenos da natureza, das reações químicas e da fabricação de produtos do cotidiano, no sentido de atraí-los para as aulas.

Seguindo essas dicas, você vai conseguir aumentar o nível de participação dos seus alunos. Além do mais, é interessante fazer uso de novas práticas para estimular a criatividade e a inteligência deles.

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Jogos para aprender: saiba como ensinar ciências de forma criativa

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Não é de hoje que os métodos lúdicos são as melhores opções para o aprendizado de crianças e até mesmo de adultos. E apesar da resistência de muitas escolas de ensino tradicional, a utilização de jogos como ferramenta de aprendizagem tem, comprovadamente, uma grande quantidade de benefícios. Dentre eles está o incentivo à colaboração em grupo, os desafios constantes, a busca por respostas, o respeito às regras e muito mais.

Ciências e matérias relacionadas são facilmente deixadas de lado pelos alunos por serem mais complexas, cheias de detalhes e nomes “estranhos”. Utilizar jogos para aprender e ensinar ciências é uma forma de manter os alunos focados e interessados pelas matérias.

Neste post, separamos algumas dicas e exemplos de como ensinar ciência de forma criativa. Confira!

Jogos para aprender: multidisciplinares e interpretativos

Um dia taxados como vilões por questões religiosas e culturais (principalmente no Brasil), os jogos de interpretação (RPG, na sigla em inglês) podem ser de grande ajuda em uma sala de aula.

Além de fazer com que os alunos tenham foco na leitura e coloquem a imaginação para funcionar, pode ser inserida dentro do jogo uma série de questões, como desafios lógicos e matemáticos, questões científicas e humanas, por exemplo.

A utilização de cenários de ficção científica voltados para educação faz com que alunos criem personagens baseados em matérias básicas de ciência, e isso contribui para a memorização dessas matérias — como física, química, biologia, etc.

Receita clássica: cartas e tabuleiros

Jogos de cartas e tabuleiros já são velhos conhecidos das pessoas, e podem ser utilizados como ferramenta de aprendizado e educação.

Na internet existe uma grande quantidade de modelos que se utilizam de cartas e tabuleiros para ensinar biologia, por exemplo, ou simplesmente reforçar matérias escolares — como um cara a cara de biologia. Com esse tipo de jogo, é fácil abordar temas escolhidos pelos aplicadores das atividades — como, por exemplo, seres vivos.

Mas claramente é preciso nivelar a dificuldade e os temas de acordo com a idade do público-alvo.

Teatro interativo: concentração e persuasão

A utilização de peças teatrais com assuntos educativos já não é nenhuma novidade. No entanto, é possível inovar ainda mais nesse assunto.

A inserção de experimentos científicos em meio a peças teatrais educativas são um grande “up” e conquistam ainda mais o público. Tudo isso fica ainda mais interessante se a atividade se tornar interativa, de modo que outras pessoas possam participar dos experimentos.

É possível, além disso, tornar o teatro interativo em um jogo de auditório, dividindo grupos e fazendo com que os integrantes respondam a questões ou realizem atividades propostas em meio à apresentação.

Tecnologia a favor: aprendendo com jogos eletrônicos

Outro assunto em foco é a utilização de meios eletrônicos e da internet a favor da educação. Um exemplo disso é o jogo Minecraft, que estimula, dentre vários fatores, a imaginação e o interesse por buscar novas formas para criar.

Além disso, é possível focar também no sistema de biomas e no tempo existente no jogo. É possível utilizar esses fatores do sistema para ensinar biologia e mineralogia, por exemplo.

Além do Minecraft, existem vários outros jogos que podem ser utilizados para ensinar — alguns criados exatamente com esse propósito. Por meio deles, é possível ensinar desde matérias básicas de biologia até lógica de programação e matemática.

Existem diversas formas de se fugir do ensino tradicional — inclusive gastando pouco ou nada. No entanto, para cumprir com esse objetivo, é necessário dedicação e foco na aplicação das atividades, para que elas não fujam do objetivo e se tornem apenas um passatempo — pois a ideia principal é ensinar e agregar conhecimento.

Gostou das nossas dicas de jogos para aprender? Então que tal conhecer um pouco mais sobre o assunto e aprender a inserir as crianças à ciência por meio da leitura?

O professor como agente motivacional de grandes empreendedores

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Durante muito tempo, o conceito de empreendedorismo foi visto apenas como algo ligado a empresas e negócios, porém, depois de muitas discussões sobre o perfil do empreendedor, podemos perceber que essas características, que podem ser natas ou desenvolvidas, não se limitam apenas ao meio empresarial.

Crianças são seres humanos em processo de formação e o professor tem um papel essencial nesse período. Ser um agente motivacional de empreendedores não é algo fácil, mas pode acontecer, principalmente, quando se tem professores dispostos a motivar e incentivar algumas características das crianças.

Neste post, vamos falar sobre essas características, traçadas para um perfil empreendedor e como o professor, em parceria com as ciências, pode ensinar seus alunos a pensarem mais, resolverem seus problemas e serem mais criativos.

O comportamento empreendedor e o ensino

Acreditamos que o professor pode ser um motivador e, por isso, identificamos nele um forte agente de incentivo, não só para o ensino de disciplinas tradicionais. Ele pode ser um instigador e um potencializador de grandes empreendedores e pode fazer isso experimentando e sendo criativo.

Partindo do pressuposto de que a educação deve ser transformadora na vida do sujeito e que este pode desenvolver habilidades e comportamentos empreendedores, como:

  • não ter medo de mudanças;
  • se arriscar em fazer o diferente;
  • enxergar oportunidades;
  • se relacionar em grupo com facilidade;
  • ser inovador;
  • tomar iniciativas sozinho.

Algumas dessas características podem ser estimuladas de forma criativa e divertida na escola, o trabalho com a criatividade é mais fácil quando isso ainda está embutido no dia a dia da pessoa. Você conhece alguém mais criativo que uma criança? O professor precisa considerar isso e valorizar, procurando encorajar seus alunos, e agindo como motivador.

Como estimular a criatividade dos alunos

O estímulo ao empreendedorismo não é comum na escola básica. É algo novo e que, às vezes, o professor não sabe em que se apoiar. Você já pensou que é possível se apoiar no empreendedorismo para ensinar suas crianças e adolescentes?

O homem, desde os primórdios, foi capaz de criar por meio da observação. Ele observou e aprendeu a caçar, se proteger, construiu suas próprias ferramentas e abrigos. Ou seja, empreendeu.

Um professor que busca ser um agente motivacional no ensino básico, é aquele que está disposto a romper com o tradicional. Ele deve estimular reflexões, sair do conteudismo puro e técnico deixando o aluno vivenciar realidades que os desafiem como sujeitos que transformam a sociedade.

O professor pode incentivar a autonomia dos alunos, trazendo, por exemplo, questões sobre o trabalho em equipe. Esse pode ser um processo criativo que vai motivar os alunos a pesquisar e enfrentarem desafios.

O empreendedorismo e as ciências

Quando consideramos as características já citadas nesse post, não podemos deixar de fazer uma comparação com a ciência, já que ambos têm como principais características o incentivo a criatividade, o ensinar a pensar e resolver os próprios problemas.

Com o ensino, o professor tem a chance de desenvolver nos alunos a:

  • criatividade;
  • iniciativa;
  • independência.

Tudo isso contribui na criação de um perfil empreendedor que será importante na vida pessoal e profissional do aluno. Um aluno estimulado vai ter mais facilidade em desenvolver características que farão dele um ótimo profissional, seja ele, um empresário, um artista, um jornalista ou um cientista.

A ciência e o empreendedorismo devem ser desenvolvidos de forma contínua no ensino, colaborando com o incentivo ao raciocínio e criatividade, em busca de alunos que sejam cada vez mais autônomos e planejadores de seu próprio futuro.

Qual a sua opinião sobre o assunto? Compartilhe este post nas suas redes sociais e discuta com seus amigos sobre a formação de empreendedores e sobre o papel do professor nesse aprendizado!

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