Você já ouviu falar em ensino STEM? Confira agora essa novidade

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A sociedade evolui. São diversas as novas ferramentas que facilitam a vida e reformulam conceitos, e na trilha dessa evolução devem estar as formas de ensino. Têm sido muito promissoras algumas experiências que visam a inserção de tecnologia como recurso para a educação.

Além disso, filosofias têm buscado reformular os modelos vigentes para aproveitar a vontade da criança de explorar, de querer entender o funcionamento das coisas e estender e beneficiar-se da fase dos porquês. O  STEM é uma dessas novas visões de ensino.

O que é STEM

STEM é o acrônimo em inglês para Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática. O que o STEM propõe é que essas disciplinas sejam ensinadas em conjunto, com o envolvimento dos alunos em todas as fases do aprendizado. A ideia é abandonar o ensino ortodoxo engessado, sem integração e desmotivador.

De acordo com essa política, o estudo é multidisciplinar, uma vez que as matérias são interdependentes.

Modelo de ensino adotado em diversos países

Muitos países, principalmente os que possuem tradição em darem ênfase ao ensino tecnológico, têm adotado e desenvolvido a filosofia STEM. Estados Unidos e Japão sempre investiram na formação de profissionais com esse perfil. Os Estados Unidos, por exemplo, estão trabalhando em programas que insiram o STEM na grade curricular desde o ensino fundamental.

O Brasil ainda é carente de profissionais preparados para atuar sob essa filosofia nas fases iniciais de educação. Mas já existem empresas especializadas na difusão e implantação dessa política nos grandes centros do país, bem como cursos de graduação.

Mitos e verdades sobre o STEM

Como algo novo, a filosofia STEM gera especulações. Diz-se que ela faz uma “falsa distinção” para destacar mais as suas disciplinas. Na verdade, a visão STEM indica que essas matérias estão sendo abordadas sob um novo enfoque, sendo estudadas em conjunto.

Também já foi dito que, no STEM, não existe pensamento interdisciplinar, que ele “codifica a atomização”. O que ocorre é o oposto disso: pelo fato de reunir as disciplinas, essa política cria um corpo, um campo de estudo maior.

Há quem pense que é necessário ser um prodígio em Matemática ou Ciências para conseguir um diploma STEM. Contudo, já existem alguns cursos baseados nessa filosofia e também especializações. Basta que o interessado escolha um curso em que sejam exploradas suas aptidões das áreas de exatas e dedicar-se.

Para quem considera a área de STEM um ramo de opções limitadas, vale esclarecer que mesmo que a graduação nessa área seja específica, pode-se ampliar os caminhos profissionais por meio de pós-graduações e estágios.

STEM: avanço no modelo de ensino

Os benefícios oferecidos pelo STEM são inúmeros. Ele traz interdisciplinaridade ao ensino de ciências e amplia o interesse dos alunos, que por sua vez passam a protagonizar a aula e deixam de ser meros expectadores.

Com o mercado de trabalho mudando, passa a ser crucial a capacidade de adaptação do indivíduo. Hoje, mais importante que saber é conseguir lidar com o conhecimento adquirido. Promover a formação técnica é uma necessidade. O STEM auxilia a educação em todos esses aspectos.

Uma característica da visão STEM é propiciar o desenvolvimento de aptidões técnicas, sociais e emocionais. Se você é um professor empreendedor ou um interessado nas tendências de ensino que seus filhos podem inserir-se, vai querer aprofundar-se nesse assunto.

E então, gostou de conhecer o STEM? Vale à pena aprofundar-se ainda mais? O que achou deste post? Deixe seu comentário!

Entenda por que as metodologias tradicionais de ensino não funcionam mais

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Não é necessário muito esforço para perceber que a maioria das escolas atuais ainda apresenta o mesmo modelo de ensino de três, quatro décadas atrás. As mudanças no mundo têm tido um avanço tão grande, mas, ainda assim, é possível dizer que, se descongelassem um professor do século XIX em uma sala de aula de hoje, ele talvez estranhasse as roupas dos alunos, mas continuaria dando sua aula de onde parou.

Você já parou para pensar nisso? As metodologias mais tradicionais cumpriram um papel muito importante no desenvolvimento dos alunos durante os anos. No entanto, é preciso rever a aplicação de cada uma delas no ensino atualmente.

Um método tradicional

A metodologia tradicional de ensino é aquela que valoriza a quantidade de conteúdos, em que o professor é o mestre, dono de todo o conhecimento, e o aluno está ali apenas para ouvir, anotar e absorver todo a informação transmitida pelo docente.

Não é permitido ao aluno, neste modelo conteudista, desenvolver sua individualidade — afinal, ele precisa aprender da mesma maneira que os outros. Assim, o estudante acaba não construindo o conhecimento em parceria com os professores, colegas, pais e a sociedade como um todo. Ele retém tudo que lhe é falado e depois passa por um teste para quantificar o quanto ele absorveu.

Mas se funcionava antes, por que não pode funcionar hoje? A diferença está em quem são os alunos hoje em dia. Atualmente, eles são uma mistura de crianças da Geração Z, nascidos do final da década de 1990 até 2010, e da Geração Alpha, nascidos de 2010 pra cá. Ou seja, o comportamento desses estudantes mudou bastante.

Uma geração interconectada

Essas crianças e adolescentes já nascem imersos em um mundo tecnológico, de busca e de criação de conteúdo, de informação rápida e contínua. São nativos digitais, tanto é que inovação e velocidade são partes naturais das suas vidas. Eles estão mais acostumados a terem a informação que quiserem a um clique de distância e, por isso, se tornam também mais impacientes e menos tolerantes com as frustrações.

Eles buscam constantemente por novidades e têm a tecnologia como parte de todos os aspectos de sua vida — dos pessoais aos profissionais. Esses indivíduos já são mais independentes e costumam ter até mais inteligência do que as gerações anteriores.

Não pode-se, portanto, esperar que elas fiquem sentadas por 50 minutos em uma sala de aula, de maneira passiva, olhando pra frente e apenas escutando o que um professor tem a dizer. Você como professor já deve ter percebido a dificuldade de manter uma turma concentrada e garantir um nível de disciplina aceitável, certo?

Uma necessidade de adaptação

Fica clara, então, a necessidade de fazer uma atualização nessas metodologias tradicionais de ensino para que se adequem às demandas do seu principal objetivo: educar as crianças e adolescentes de hoje.

Afinal, o momento histórico em que vivemos é composto por mudanças tão rápidas, conteúdos tão acessíveis, criações tão facilitadas que é necessário lembrar um fato: para os que nasceram nesse contexto, a vida nunca foi diferente.

Eles nunca conheceram enciclopédias, eles conhecem o Google. Nunca datilografaram, eles digitaram, às vezes, antes mesmo de escreverem e isso, pra eles, é o normal. Eles não precisam de alguém para dar-lhes a informação, eles precisam de guias que os ajudem a discernir qual conteúdo é relevante, qual é verdadeiro.

Esses jovens precisam de adultos bem informados e adaptados, que estejam dispostos a auxiliá-las dentro de seu ambiente e suas necessidades, em vez de mentores que queiram moldá-los de acordo com suas próprias experiências.

E aí? O que achou desse novo panorama? Quais são as maiores dificuldades e necessidades no ambiente escolar de hoje na sua visão? Conta pra gente nos comentários.

Confira 3 maneiras de aprender matemática se divertindo

Portrait of student girl at home with roommates

Um dos grandes pavores de muitos alunos, a matemática está longe de ser a queridinha da turma. Cálculos e raciocínio lógico espantam os estudantes só de falar, não é mesmo? Entretanto, não precisa ser assim! Com dedicação e criatividade por parte do professor, apresentando a disciplina de forma lúdica, aprender matemática pode ser muito mais prazeroso.

Nessa empreitada, a internet pode virar uma grande aliada da educação. Com o advento dos recursos tecnológicos, surgiram diversos aplicativos, plataformas, jogos e ferramentas que ajudam os alunos a compreender a matemática de forma muito mais fácil e rápida. E o melhor: com muita diversão!

A tecnologia oferece a possibilidade de propor um conteúdo didático atrelado ao entretenimento. Gostou da ideia e quer saber como ensinar a matemática de maneira divertida nas salas de aula? Então confira algumas formas de facilitar o processo de aprendizado da disciplina por meio de atividades na internet!

Aposte em jogos online

Que tal inserir jogos on-lines no conteúdo programático? Além de estimular o raciocínio, eles garantem a diversão da criançada. Os jogos disponíveis no Motion Math, por exemplo, mostram que aprender matemática pode ser muito divertido. Com conteúdo gratuito, o site está em inglês e disponibiliza alternativas superinteressantes para ajudar os alunos com a disciplina.

Invista nos aplicativos

Com certeza você já se deparou com algum aplicativo de matemática que parece ter tornado a matemática muito mais prática e fácil, certo? Então, não perca tempo e indique esses recursos para os alunos. O Fractions Basic, por exemplo, é uma ferramenta voltada para o aprendizado de frações, que apresenta para os alunos problemas que precisam de resolução.

O MyScript Calculator é outro excelente exemplo de aplicativo que pode ser adotado na sala de aula. Transformando o aparelho de celular ou Ipod em uma verdadeira lousa, esse aplicativo possibilita a escrita na tela com a própria caligrafia do aluno, além de ajudar a resolver as questões de matemática.

Utilize videoaulas

Existem canais online que ensinam matemática como um passe de mágica. Adotando linguagem e métodos próprios, os profissionais que exibem as videoaulas sabem como apresentar o conteúdo de um jeito divertido. Além disso, são materiais acessíveis em qualquer local, que podem ser assistidos pelos alunos tanto na sala de aula como em casa. Um jeito bacana de usar esses vídeos nas aulas de matemática é mostrando abordagens diferentes para tema mais complexos. Ou então, como material complementar e lição de casa.

O canal Youtube Edu, por exemplo, reúne conceituados profissionais da educação, que abordam várias disciplinas, sendo uma ótima alternativa de aprender matemática. Essa é uma boa forma de garantir que os alunos tenham acesso a diversas formas de explicação das matérias, fixando melhor o conteúdo.

Com a aplicação de técnicas simples e interativas, o professor de matemática pode estimular a busca pelo conhecimento e facilitar o processo de aprendizado dos estudantes, usando as novas tecnologias como grandes aliadas.

Agora é sua vez. Deixe seu comentário, contando o que achou do conteúdo e quais outras formas você considera eficientes no ensino da matemática! Participe!