O professor como agente motivacional de grandes empreendedores

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Durante muito tempo, o conceito de empreendedorismo foi visto apenas como algo ligado a empresas e negócios, porém, depois de muitas discussões sobre o perfil do empreendedor, podemos perceber que essas características, que podem ser natas ou desenvolvidas, não se limitam apenas ao meio empresarial.

Crianças são seres humanos em processo de formação e o professor tem um papel essencial nesse período. Ser um agente motivacional de empreendedores não é algo fácil, mas pode acontecer, principalmente, quando se tem professores dispostos a motivar e incentivar algumas características das crianças.

Neste post, vamos falar sobre essas características, traçadas para um perfil empreendedor e como o professor, em parceria com as ciências, pode ensinar seus alunos a pensarem mais, resolverem seus problemas e serem mais criativos.

O comportamento empreendedor e o ensino

Acreditamos que o professor pode ser um motivador e, por isso, identificamos nele um forte agente de incentivo, não só para o ensino de disciplinas tradicionais. Ele pode ser um instigador e um potencializador de grandes empreendedores e pode fazer isso experimentando e sendo criativo.

Partindo do pressuposto de que a educação deve ser transformadora na vida do sujeito e que este pode desenvolver habilidades e comportamentos empreendedores, como:

  • não ter medo de mudanças;
  • se arriscar em fazer o diferente;
  • enxergar oportunidades;
  • se relacionar em grupo com facilidade;
  • ser inovador;
  • tomar iniciativas sozinho.

Algumas dessas características podem ser estimuladas de forma criativa e divertida na escola, o trabalho com a criatividade é mais fácil quando isso ainda está embutido no dia a dia da pessoa. Você conhece alguém mais criativo que uma criança? O professor precisa considerar isso e valorizar, procurando encorajar seus alunos, e agindo como motivador.

Como estimular a criatividade dos alunos

O estímulo ao empreendedorismo não é comum na escola básica. É algo novo e que, às vezes, o professor não sabe em que se apoiar. Você já pensou que é possível se apoiar no empreendedorismo para ensinar suas crianças e adolescentes?

O homem, desde os primórdios, foi capaz de criar por meio da observação. Ele observou e aprendeu a caçar, se proteger, construiu suas próprias ferramentas e abrigos. Ou seja, empreendeu.

Um professor que busca ser um agente motivacional no ensino básico, é aquele que está disposto a romper com o tradicional. Ele deve estimular reflexões, sair do conteudismo puro e técnico deixando o aluno vivenciar realidades que os desafiem como sujeitos que transformam a sociedade.

O professor pode incentivar a autonomia dos alunos, trazendo, por exemplo, questões sobre o trabalho em equipe. Esse pode ser um processo criativo que vai motivar os alunos a pesquisar e enfrentarem desafios.

O empreendedorismo e as ciências

Quando consideramos as características já citadas nesse post, não podemos deixar de fazer uma comparação com a ciência, já que ambos têm como principais características o incentivo a criatividade, o ensinar a pensar e resolver os próprios problemas.

Com o ensino, o professor tem a chance de desenvolver nos alunos a:

  • criatividade;
  • iniciativa;
  • independência.

Tudo isso contribui na criação de um perfil empreendedor que será importante na vida pessoal e profissional do aluno. Um aluno estimulado vai ter mais facilidade em desenvolver características que farão dele um ótimo profissional, seja ele, um empresário, um artista, um jornalista ou um cientista.

A ciência e o empreendedorismo devem ser desenvolvidos de forma contínua no ensino, colaborando com o incentivo ao raciocínio e criatividade, em busca de alunos que sejam cada vez mais autônomos e planejadores de seu próprio futuro.

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