Que tal criar um workshop de ciências para os estudantes?

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Se seu objetivo é criar um workshop de ciências para os estudantes, é fundamental entender a finalidade do evento. Um workshop é uma aula informativa com foco no ensino de habilidades específicas ou na exploração de um determinado tema. Geralmente, é desenvolvido por educadores, especialistas em alguma área, gerentes ou líderes com conhecimento em um ou vários assuntos.

Pensando nisso, um workshop demanda interação com o público, seja por meio da intervenção dos participantes ou de práticas em grupo. Esse formato de evento pode ter a duração de algumas horas ou se estender até por uma semana, caso seja dividido em subtemas.

Como o público-alvo desse workshop são os estudantes, o ideal é elaborar um evento que combine aprendizado, engajamento e diversão — ferramentas básicas para manter os jovens envolvidos durante todo o processo. Confira, neste post, algumas dicas que podem contribuir para a organização da sua apresentação:

Planeje o workshop de ciências com foco no público

Se sua intenção é fazer com que os jovens participem ativamente do workshop, planeje um evento que inclua uma parte teórica que dialogue com a parte prática da apresentação. Resumidamente, coloque suas ideias em um relatório (em tópicos), sempre lembrando que as informações mais importantes devem integrar o início do workshop, do mais simples e direto, até atingir o tópico mais complexo.

Simule o evento no papel

Estabeleça um tempo para cada atividade. Exemplo, se sua atividade tem 2 horas lembre-se de que são necessários 10 minutos para expor as regras do workshop (é preciso levantar a mão para falar, os celulares devem estar desligados, a sala será dividida em grupos, etc.), 20 minutos para mostrar a importância da ciência e estimular a curiosidade para o que vem pela frente, outros 5 minutos para dividir a sala em grupos, de mais 60 minutos para desenvolver a dinâmica e 15 minutos para finalizar o workshop, e talvez ainda 10 minutos para um pequeno intervalo. Pronto: ficou estabelecido um processo de 2 horas, de educação divertida em um ritmo  planejado e dinâmico.

Prenda a atenção do estudante desde o primeiro momento

Em workshops, palestras, oficinas ou cursos dirigidos a jovens, é um desafio para os professores mantê-los envolvidos durante toda a apresentação. É importante estabelecer em que momento você vai implantar “detonadores de atenção”, ou seja, itens que provoquem e estimulem os estudantes a interagir.

Crie jogos e quizzes, mostre vídeos interessantes, escolha um estudante e o transforme em ajudante. Assim, a apresentação tende a ficar divertida e pouco tradicional.

Estimule os jovens a criar a própria experiência científica

O ponto alto do workshop é a parte prática. Pense em algo como apresentar uma experiência científica, mostrando o lado divertido da ciência. Divida os alunos em grupos e os estimule a desenvolverem a própria experiência. Com isso, você consegue a atenção dos estudante e a interação entre os grupos.

Termine sua apresentação com um “grand finale”

Para que o ritmo da apresentação se mantenha e os estudantes continuem animados até o final, busque um artifício como uma frase de impacto de um cientista famoso ou um vídeo inesquecível (de poucos minutos), e o apresente nos minutos finais. É importante usar as novas tecnologias como forte aliada e, para isso, há inúmeros suportes nas redes sociais que podem desempenhar esse papel. O YouTube Educação é um desses exemplos.

Esperamos que esse artigo o ajude na montagem de um ótimo workshop. Se quiser ainda mais dicas sobre como trazer conteúdo educativo de qualidade para estudantes, assine nossa newsletter!

Dica de leitura: 8 livros de ciências para as crianças

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Interessantes, atraentes e divertidos: os livros de ciências para as crianças estimulam a criatividade ao mesmo tempo em que ensinam astronomia, matemática, física, química, ciências da terra, ciências da vida, medicina, filosofia e tecnologias. Embora o gênero infanto-juvenil se destine a leitores entre 6 e 16 anos, até mesmo os adultos se interessem por esses livros, que unem aprendizado e diversão.

O mercado brasileiro de livros infantis

Nos últimos anos, os países de língua portuguesa têm sido brindados com uma variedade ímpar de obras ilustradas sobre ciência para crianças e adolescentes. Alguns desses títulos viram livros de cabeceira dos pequenos, que começam a descobrir ainda na infância o prazer da leitura de obras de divulgação científica.

Mas em meio a toda essa oferta, pode ser uma tarefa difícil escolher um livro para presentear uma criança curiosa e incentivar sua fome de aprender. Por isso preparamos uma lista com algumas sugestões de obras científicas destinadas a crianças e jovens – que tal escolher um deles para presentear nesse Dia das Crianças ou Natal? Confira:

1. O Meu Primeiro Livro de Astronomia: simples e cativante

Com um texto informativo e direto e ilustrações simples, a obra de Jamie Jobb pode servir de ferramenta para professores, pais e alunos dos últimos anos do ensino fundamental, que começam a lidar com noções básicas de astronomia.

2. Eugênia e os Robôs: combinando inteligência e tecnologia

E se todo mundo virasse robô de repente? Janaina Tokitaka trabalha essa pergunta nesse livro curioso e encantador, desenvolvendo temas como as diferenças entre as pessoas, a tolerância social e o sentido do eu.

3. 101 Experiências Com a Ciência: na escola ou em casa

A obra de Neil Ardley ilustra cada uma das mais de 100 experiências propostas, que são descritas detalhadamente ao longo do texto e podem ser feitas em casa ou na sala de aula.

4. Como Funciona a Natureza: livro premiado pela qualidade

Vencedor do Science Book Prize, a obra de David Burnie tem foco em atividades experimentais que são claramente descritas ao longo do livro, permitindo a execução de trabalhos individuais ou em grupo.

5. O Livro dos Porquês: vários autores para diversas perguntas

Uma das palavras mais frequentes no universo infantil, o porquê, reflete a curiosidade de quem ainda não tem resposta para quase nada. “Por que os homens ficam carecas?”, “Por que lembramos e esquecemos?” ou “Por que as aranhas tecem teias?”. Essas e tantas outras perguntas são respondidas por colaboradores da revista Ciência Hoje das Crianças.

6. As Grandes Invenções: da roda aos chips de silício

Feito em colaboração com o Museu de Ciência de Londres, o livro aborda as grandes transformações da humanidade — da roda aos chips de silício. Perfeito para despertar ou estimular ainda mais a curiosidade infantil.

7. Ciência Com Sons: relatos de experiências ao vivo

Escrito por Etta Kaner, uma professora canadense, esse livro contém atividades e curiosidades sobre sons e música. A obra inclui ainda material produzido por Antônio Manuel Baptista, conhecido professor de física e divulgador de ciência, com o relato de algumas experiências com sons.

8. Atlas do Universo: quantidade astronômica de informações

Heather Couper e Nigel Henbest, dois conhecidos astrônomos, redigiram um guia do universo correto, atualizado e ilustrado. As crianças podem admirar as ilustrações enquanto aprendem sobre estrelas, astros e galáxias.

Os livros podem ser recursos valiosos para ajudar no aprendizado das crianças. Na próxima visita à biblioteca ou a uma livraria, não se esqueça de passar na seção infanto-juvenil e levar para casa algumas obras científicas. Só não vale esconder da criançada para ler primeiro, ok?

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O que é STEM? Como esse método pode influenciar o ensino no futuro?

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Em busca de melhorias no ensino na área de exatas, as escolas vêm aplicando o uma nova forma de educar. E você, já sabe o que é STEM? Esse método permite que os alunos se interessem mais por algumas disciplinas da grade curricular, mais especificamente as da área de ciências exatas. Fique com a gente neste post e vamos te apresentar o STEM e mostrar como esse método pode influenciar o ensino e a vida das nossas crianças.

O que é STEM?

STEM é uma sigla em inglês que designa justamente as disciplinas que mais se beneficiam desse método: Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática. Basicamente, o que o STEM sugere é que essas disciplinas sejam ensinadas juntas e envolvendo os alunos em cada fase do aprendizado. Interdisciplinaridade e aplicação prática!

Como ele funciona?

No STEM os professores aplicam metodologias e apresentam problemas que devem ser resolvidos. Os alunos planejam e desenvolvem projetos. Se acontecer de algo dar errado, uma postura mais positiva é adotada: os alunos são motivados a descobrir onde está o erro, em vez de receberem uma avaliação negativa, o que estimula a perseverança e a autocrítica.

Para que ele serve?

O STEM serve para aumentar o entendimento dos alunos de temas mais complexos, como engenharia e matemática. Feiras de robótica, projetos de ciências e outras atividades educativas da área de exatas são etapas do STEM que os alunos cumprem com entusiasmo.

Quais os seus benefícios?

Alguns benefícios do STEM: estimular nos alunos o gosto pelas disciplinas de ciências exatas e também o gosto por novas tecnologias, aumentar a capacidade de concentração, observação, criatividade e autoanálise. Ao participar de projetos eles podem, ainda, aprender o trabalho em equipe, autocontrole e empatia. Tudo isso com perseverança e uma visão positiva dos próprios erros!

Qual a sua importância para o ensino das ciências exatas?

O STEM é de extrema importância, pois contribui para tirar o ensino daquela perspectiva tradicional em que o professor é um mero transmissor de conteúdo. Com o STEM, as disciplinas da área de exatas deixam de ser vistas como as vilãs do ensino fundamental ou médio. O aprendizado fica mais leve e eficaz, atingindo o tão sonhado engajamento nas disciplinas da área.

Como é usado atualmente?

No ensino fundamental, a prática do STEM é feita de maneira mais tranquila e natural. Aproveita-se do método para engajar os alunos e utiliza-se as inteligências múltiplas existentes em uma mesma sala de aula. Os alunos do ensino fundamental são estimulados com projetos mais simples e, depois de um tempo, o nível de dificuldade aumenta gradativamente.

Já no ensino médio, há atividades mais complexas e criativas. Como o método já faz parte do cotidiano, os professores propõem projetos mais desafiadores e os alunos devem responder à altura. Sua abordagem prática, aliás é de grande valia para os alunos do último ano, no momento em que vão decidir qual carreira seguir.

O STEM, a cada dia, revoluciona o ensino de ciências exatas e conquista novos adeptos, sejam alunos ou professores. Um método atraente, inovador, engajador, interdisciplinar e baseado em vivências!

Conte para seus amigos o que é STEM e tudo que ele pode trazer para a educação compartilhando esse post em suas redes sociais!

7 filmes sobre Biologia para uma aula de ciências mais divertida

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Quando o assunto é sala de aula os professores buscam de todas as formas chamar a atenção dos alunos para passar a matéria necessária. Os filmes são, nesse sentido, uma boa forma de interagir e educar ao mesmo tempo. De forma suave e objetiva, os alunos aprendem se divertindo e sem muitas cobranças.

Os títulos de filmes que envolvem e abordam a biologia, por exemplo, são numerosos e abrangem diversos assuntos relacionados às ciências. Conheça agora sete filmes sobre biologia para uma aula de ciências mais divertida!
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Como praticar em casa o que a ciência ensina na escola?

Cute blond little kids coloring eggs for Easter holiday in domestic kitchen, indoors. Children having fun and celebrating feast.

Ter contato com as ciências na escola é de fundamental importância para que as crianças compreendam melhor as transformações científicas que tornaram a nossa sociedade o que é hoje, bem como os fenômenos naturais do nosso mundo.

Como forma de oferecer suporte para que os conceitos teóricos sejam mais bem observados na prática, os pais podem contribuir com a aprendizagem da ciência em casa. Pensando nisso, hoje vamos mostrar como praticar em casa o que a ciência ensina na escola. Confira!

Comece descobrindo os gostos e interesses da criança

O cérebro humano tende a se dedicar muito mais em coisas que lhe interessam. Dessa forma, é muito importante que os pais procurem por atividades e situações que tenham a ver com os gostos pessoais e interesses da criança, para que ela se sinta mais motivada em pesquisar e desenvolver os seus conhecimentos científicos e matemáticos. O suporte e acompanhamento dos pais em atividades relacionadas à matéria de ciências fora da escola, tornam-se muito mais fáceis quando são definidos os caminhos a serem explorados com a criança.

Aposte em passeios e outras atividades práticas

Os conceitos teóricos aprendidos na escola podem muitas vezes parecer abstratos e complexos para as crianças, que têm dificuldades em criar conexões entre o que está no livro e no mundo à sua volta. Por isso, proporcionar a vivência de conceitos científicos através da experimentação e observação, por exemplo, pode estimular, despertar a curiosidade e interesse da criança pela aprendizagem desses conteúdos.

Com isso, a visita a museus de história natural, museus de ciências, parques e quaisquer outros locais onde seja possível entrar em contato com as diversidades dessa área, certamente, serão ótimas formas de praticar aquilo que é aprendido na escola.

Mostre como as coisas que nos cercam estão relacionadas à ciência

Estimular o gosto de uma criança pelo estudo das ciências fora da escola é de certa forma mostrar a ela que tudo que nos cerca está relacionado aos conhecimentos científicos, seja na composição química de uma pasta de dentes, na caneta que utilizamos para escrever ou no vidro das janelas. Criar dúvidas e questionamentos do tipo: “como isso é feito?” ou de “onde aquilo veio?”, são excelentes formas de instigar o raciocínio crítico dos pequenos e motivá-los a buscar as repostas para as mais diversas coisas que os cercam.

Utilize as brincadeiras como formas de estimular o contato e interesse da criança

Toda criança adora brincar e a melhor parte disso é que existem diversas brincadeiras que fazem uso de conceitos e princípios científicos. Elas são um prato cheio para estimular a curiosidade das crianças, permitindo que entendam melhor alguns conceitos teóricos vistos na escola e pratiquem a ciência em casa.

Um exemplo disso é a brincadeira do telefone com copos, na qual as extremidades de um barbante são ligadas ao fundo de dois ou mais copos. Essa brincadeira é ponto de partida para que a criança entre em contato com conceitos de vibração e ondas sonoras por meio de uma atividade simples e divertida.

A participação dos pais no estímulo e suporte dos filhos para que entrem em contato com situações práticas do campo das ciências e matemática é fundamental para que complementem o conhecimento teórico adquirido na escola. Dessa forma, as crianças terão uma maior compreensão de fenômenos naturais e científicos, desenvolverão seu raciocínio crítico e lógico, além de aprenderem a buscar as respostas para os seus questionamentos, e não esperar que eles simplesmente sejam fornecidos pelo professor.

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