Reforma do ensino médio: o que muda na área de ciências da natureza

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A reforma do ensino médio pegou muitos professores desprevenidos. O ensino vai mudar e muito! Por meio de uma medida provisória, o atual governo pretende reformular o currículo, a carga horária e a própria estrutura pedagógica de ensino.

Muitos educadores da área de ciências da natureza ainda estão perdidos e não entendem exatamente quais são as modificações propostas e como o ensino fica.

Pensando nisso, no post a seguir vamos mostrar o que foi flexibilizado na reforma do ensino médio, dando mais ênfase na área de ciências da natureza. Além disso, damos algumas dicas de como os professores podem já implementar as mudanças no dia a dia das salas de aula. Confira!

Quais são as principais mudanças da reforma do ensino médio?

Currículo

A principal mudança será nas disponibilidades e obrigatoriedades das matérias dos alunos. Nos dias de hoje, o aluno é obrigado a cursar 13 disciplinas fixas (sociologia, história, geografia, língua portuguesa, inglês, matemática, física, química, literatura, educação artística, biologia, educação física e filosofia). A partir da reforma, os alunos escolherão entre itinerários formativos — nome escolhido pelo Ministério da Educação para um grupo conjunto de disciplinas que guiará o ensino.

Os itinerários são divididos em 5 grandes blocos: ciências humanas, linguagens, matemática, ciências da natureza e formação técnica e profissional. Cada conjunto é composto de cinco matérias. As únicas que permanecem obrigatórias são língua portuguesa, inglês e matemática.

Nesse novo modelo, os alunos terão mais liberdade para montar a sua grade curricular. Dessa forma, os educadores têm que estar preparados para estudantes bem mais motivados e participativos, já que poderão se aprofundar nas áreas de estudo que mais gostam.

Os professores de ciências da natureza vão dar aulas mais específicas e detalhadas, ao mesmo tempo em que vão ensinar de maneira mais holística, tentando estabelecer relações entre as áreas da química, da física e da biologia.

Carga Horária

Também vai ser feita uma mudança na carga horária dos alunos. A medida provisória estipula que serão 2400 horas no total, em que 1200 horas serão dedicadas às matérias obrigatórias e as outras 1200 horas às disciplinas do itinerário escolhido pelo aluno.

Assim, haverá um aumento de horas de aula por dia (que atualmente gira em torno de quatro horas) para uma média de sete horas após a reforma.

Os professores de ciências da natureza devem se preparar para jornadas mais extensas de trabalho, com maior liberdade e tempo para dar o conteúdo, podendo se aprofundar nos conhecimentos específicos.

Legislatura

A reforma modifica a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei 9.394/1996) e pretende criar uma Base Nacional Comum Curricular (BNC).

O objetivo da BNC é a criação de um currículo comum para todas as escolas de educação básica do Brasil, servindo de guia para os fundamentos que vão precisar ser ensinados nos itinerários de matemática, linguagens, ciências da natureza e humanas.

Até então, a educação brasileira não tinha uma norma curricular que valesse para todos os estados. Além disso, a reforma visa melhorar os índices de avaliação do ensino brasileiro e deixar o currículo mais interessante, já que muitos alunos sentem um tédio generalizado ao ir para as escolas.

Como o professor de ciências da natureza pode aplicar as mudanças na aula?

As propostas da reforma permitem que o aluno tenha maior liberdade e exigem um pensamento crítico e autônomo. Elas demandam também professores preparados, pois as aulas tendem a ser mais focadas e aprofundadas, com estudantes engajados — já que vão estudar exatamente as disciplinas que mais os interessam.

Como a carga horária também vai aumentar, é importante que os professores abandonem metodologias que não funcionam mais, implementem novas técnicas e formas de ensino (incluindo dinâmicas em grupo), façam visitas a feiras de ciências, proponham seminários e workshops, aulas em laboratórios, ao ar livre e estudos do meio.

Os professores podem reservar alguns momentos, por exemplo, para montar maquetes de células, exemplificando ao vivo o funcionamento das organelas e do controle osmótico, aliando também conhecimentos de química. Dessa forma, as aulas ficam mais engajadas e holísticas!

Você gostou da reforma do ensino médio na área de ciências da natureza? Deixe um comentário expressando sua opinião!

Como aplicar a realidade virtual em sala de aula

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A realidade virtual em sala de aula é uma tendência promissora que chegou para desbancar uma metodologia tradicional no ambiente escolar. Essa ferramenta pode facilitar o processo de ensino e de aprendizagem na medida em que estimula diversas áreas cerebrais.

Além disso, como explicações dos educadores ficam mais interessantes quando conciliadas com as estratégias virtuais para o tema do estudo. A aceitação tende a ser muito boa, uma vez que uma realidade virtual já foi incorporada na vida cotidiana dos alunos.

O limite entre o interesse e a utilização de um sistema de notificação para os objectivos propostos. Caberá aos professores adaptarem sua forma de ensino para acompanhar uma efetividade da implantação.

Quer saber como implantar uma realidade virtual no cotidiano escolar? Então, acompanhe nossas dicas aqui!

Conciliar os conteúdos teóricos com práticas virtuais

A realidade virtual é um convite para entrar em um mundo interativo e com possibilidades diversas. Para os amantes da ciência é possível aprender conceitos e compreender seus fundamentos por meio de imagens em 3D, viagens corporais virtuais virtuais e liberação de energia elétrica em situações controladas.

Funcionário da seguinte maneira: os professores abordam uma parte teórica do conteúdo científico e depois elaboram aulas práticas virtuais. Assim, o conteúdo é aprendido de forma lúdica e inteligente e os alunos ficam mais engajados com uma novidade.

Ademais, como as experiências científicas são áreas cerebrais tais como hipocampo, córtex pré-frontal, cerebelo que são responsáveis pela consolidação do conteúdo. A excitabilidade proporcionada pela novidade aumenta os níveis de adrenalina e serotonina, que garantem motivação ao experimento.

Desafie os alunos no mundo das ciências

Desde os tempos mais antigos da civilização, toda a teoria deveria ser comprovada para reforçar ou refutar os conceitos. Essa situação ainda é vivenciada nos dias de hoje, porém com mais tecnologia .

Para os amantes da eletricidade e do magnetismo, por exemplo, é importante destacar o papel dos prótons e elétrons e mostrar, dentro da realidade virtual, como é que as partículas são comportam para atrair ou repelir os polos e qual é uma aplicabilidade disso.

Os educadores convidam os alunos a executarem como aulas práticas simulando ambientes virtuais em que essa vivência é controlada. Outro exemplo é a utilização da robótica e interatividade do corpo humano para mostrar a fisiologia do organismo.

Aproveite os benefícios da realidade virtual

Os softwares podem ser utilizados para facilitar a construção do plano de ensino. Para os professores de ciências, são recomendados, além das plataformas interativas, grupos de estudos sobre a integração da realidade virtual com os ensinos em biologia.

Além disso, para enriquecer os conhecimentos em sala de aula, é recomendável uma participação de especialistas por meio de videoconferência ou acompanhamento de aulas práticas de outras instituições.

A realidade virtual em sala de aula é mais uma metodologia para ser aplicada em prol da melhoria do ensino. Com técnicas adequadas, conhecimento aprofundado e didática direcionada ao tema, como aulas ficarão interessantes ea desmotivação certamente diminuirá.

Na área de ciências, é possível traçar projetos incluindo uma robótica e interatividade das plataformas disponíveis para o desafio dos alunos e comprovar como teorias aprendidas.

Nesse contexto, os professores precisam se atualizar constantemente sobre as novas metodologias que aperfeiçoam o processo de ensino-aprendizagem. Agora que você já está por dentro da aplicação da realidade virtual em sala de aula, não deixe de conferir 3 tendências pedagógicas para 2017 para continuar aprendendo!

Professor: conheça 5 aplicativos para usar em sala de aula

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Aplicativos que ajudam os alunos a estudar não faltam no mercado. Lembrete de tarefas, jogos de memorização e organizadores de rotinas disponíveis em aplicações para estudantes. Mas e quanto aos professores? Será que não existem aplicativos para usar na sala de aula?

Sim sim E são muitos! Os desenvolvedores de aplicativos tentam entender uma rotina dos mestres e soluções de mercado. Alguns deles auxiliam a abandonar metodologias tradicionais e outras otimizam como rotinas de dentro de sala de aula.

Quer saber mais? Acompanhe este texto e conheça 5 aplicativos que atendem muito ao trabalho do professor em classe. Confira!

1. App para a classe

Já pensou registrar as avaliações dos alunos e fazer o cálculo das notas em um aplicativo? Isso pode ser feito sem App para a classe . Esta plataforma também pode abrigar uma agenda eo planejamento das aulas. Tudo isso sendo acessado via celular, tablet ou computador, tanto na sala de aula quanto em casa.

2. Educreation

Você perdeu muito tempo na internet procurando um vídeo sobre algum tema? Muitas vezes não encontramos uma animação mais adequada? Então, deve conhecer o aplicativo Educreation .

Com ele é possível montar apresentações animadas com fotos e textos. Também é para gravar uma voz e manipular os elementos presentes na animação. Com o Educreation como aulas vão ficar mais interativas e personalizadas.

3. Rastreador de Atendimento

Você tem reparado que os alunos têm faltado muito? E aqueles que chegam atrasados, com que frequência fazem isso? Essas podem ser questões complexas para fazer no lápis e papel. O aplicativo Attendance Tracker pode ajudar nisso.

Ele armazena informações sobre a frequência e atraso dos alunos. Ainda é possível emitir um relatório sobre esses dados. Esse é um ótimo recurso para identificar o nível de frequência e comprometimento de horário dos estudantes.

4. PowerTeacher Mobile

Como vão as notas dos alunos? Às vezes ir em busca dessa informação no diário de classe ou boletim dos estudantes pode ser algo cansativo e demorado. Que tal usar um aplicativo que faz isso?

O PowerTeacher Mobile permite gerenciar o perfil de cada estudante dentro de sala de aula. Por meio dele, o professor consegue lançar notas e atribuir detalhes sobre o desenvolvimento do aluno durante as aulas. Assim, vai dar para uma visão geral e individualizada do nível de aprendizado dos estudantes.

5. Orbulus

Quer trazer uma aula mais para os alunos e para os alunos? O aplicativo Orbulus permite visitar diversos lugares do mundo em fotos e vídeos em 360º.

Com esse recurso você consegue fazer um passeio virtual por lugares encontrados e ainda ouvir tudo que acontece no momento em que o local foi registrado. Seus exemplares adoram e você economiza tempo não planejamento das aulas.

Esses foram alguns aplicativos para usar em sala de aula que vão poupar bastante tempo. Além de usar esses dispositivos, é interessante também introduzir tendências pedagógicas para 2017. Ambientes colaborativos e jogos educativos são algumas das novidades que podem ganhar as salas de aula.

Qual desses aplicativos para usar em sala de aula mais interessou a você? Você já usou algum deles? Deixe seu comentário!

Você já ouviu falar em ensino STEM? Confira agora essa novidade

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A sociedade evolui. São diversas as novas ferramentas que facilitam a vida e reformulam conceitos, e na trilha dessa evolução devem estar as formas de ensino. Têm sido muito promissoras algumas experiências que visam a inserção de tecnologia como recurso para a educação.

Além disso, filosofias têm buscado reformular os modelos vigentes para aproveitar a vontade da criança de explorar, de querer entender o funcionamento das coisas e estender e beneficiar-se da fase dos porquês. O  STEM é uma dessas novas visões de ensino.

O que é STEM

STEM é o acrônimo em inglês para Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática. O que o STEM propõe é que essas disciplinas sejam ensinadas em conjunto, com o envolvimento dos alunos em todas as fases do aprendizado. A ideia é abandonar o ensino ortodoxo engessado, sem integração e desmotivador.

De acordo com essa política, o estudo é multidisciplinar, uma vez que as matérias são interdependentes.

Modelo de ensino adotado em diversos países

Muitos países, principalmente os que possuem tradição em darem ênfase ao ensino tecnológico, têm adotado e desenvolvido a filosofia STEM. Estados Unidos e Japão sempre investiram na formação de profissionais com esse perfil. Os Estados Unidos, por exemplo, estão trabalhando em programas que insiram o STEM na grade curricular desde o ensino fundamental.

O Brasil ainda é carente de profissionais preparados para atuar sob essa filosofia nas fases iniciais de educação. Mas já existem empresas especializadas na difusão e implantação dessa política nos grandes centros do país, bem como cursos de graduação.

Mitos e verdades sobre o STEM

Como algo novo, a filosofia STEM gera especulações. Diz-se que ela faz uma “falsa distinção” para destacar mais as suas disciplinas. Na verdade, a visão STEM indica que essas matérias estão sendo abordadas sob um novo enfoque, sendo estudadas em conjunto.

Também já foi dito que, no STEM, não existe pensamento interdisciplinar, que ele “codifica a atomização”. O que ocorre é o oposto disso: pelo fato de reunir as disciplinas, essa política cria um corpo, um campo de estudo maior.

Há quem pense que é necessário ser um prodígio em Matemática ou Ciências para conseguir um diploma STEM. Contudo, já existem alguns cursos baseados nessa filosofia e também especializações. Basta que o interessado escolha um curso em que sejam exploradas suas aptidões das áreas de exatas e dedicar-se.

Para quem considera a área de STEM um ramo de opções limitadas, vale esclarecer que mesmo que a graduação nessa área seja específica, pode-se ampliar os caminhos profissionais por meio de pós-graduações e estágios.

STEM: avanço no modelo de ensino

Os benefícios oferecidos pelo STEM são inúmeros. Ele traz interdisciplinaridade ao ensino de ciências e amplia o interesse dos alunos, que por sua vez passam a protagonizar a aula e deixam de ser meros expectadores.

Com o mercado de trabalho mudando, passa a ser crucial a capacidade de adaptação do indivíduo. Hoje, mais importante que saber é conseguir lidar com o conhecimento adquirido. Promover a formação técnica é uma necessidade. O STEM auxilia a educação em todos esses aspectos.

Uma característica da visão STEM é propiciar o desenvolvimento de aptidões técnicas, sociais e emocionais. Se você é um professor empreendedor ou um interessado nas tendências de ensino que seus filhos podem inserir-se, vai querer aprofundar-se nesse assunto.

E então, gostou de conhecer o STEM? Vale à pena aprofundar-se ainda mais? O que achou deste post? Deixe seu comentário!

4 franquias que você pode investir no setor de educação

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Você tem interesse pelo setor de educação? Gostaria de investir em modernas práticas didáticas e ainda ganhar um dinheiro com isso? Então você deveria levar em consideração as oportunidades de negócio que as franquias podem oferecer.

Esse segmento cresce a cada dia no Brasil. Segundo dados mais recentes, o ramo de franquia de educação no Brasil faturou quase 140 bilhões de reais somente em 2015. Além disso, o setor já criou mais 90 mil postos de trabalho em todo o país.

Ficou interessado? Conheça, neste artigo, 4 franquias no setor de educação para você investir. Elas trabalham com metodologias inovadoras e atraentes capazes de conquistar muitos alunos.

1. Tutores

Essa franquia brasileira já possui mais de 1.200 franqueados e cerca de 500.000 alunos no Brasil e no exterior. A sua especialidade é tutoria, tanto para alunos da educação infantil quanto para o ensino superior. Além disso, oferece serviços para aqueles que querem aprender informática, artes e atividades culturais.

Para continuar oferecendo serviços de qualidade, a Tutores realiza visitas em algumas instituições norte-americanas de educação complementar para crianças com dificuldade de aprendizagem.

Os modelos de negócio são de acordo com o tamanho da cidade. Por exemplo, o investimento inicial para uma cidade de até 50 mil habitantes pode partir de R$ 20.000. O retorno do investimento vem até 12 meses depois de aplicado o negócio e o faturamento médio mensal pode chegar a R$ 25.200.

2. Educatec Brasil

A Educatec Brasil é especializada em cursos profissionalizantes. A franquia oferece diversas opções de curso em áreas distintas. Administração, estética e idiomas são apenas alguns dos 70 cursos que podem ser encontrados nessa franquia.

O investimento total varia de R$ 23.000 a R$ 75.000. A taxa de franquia vai de R$ 5.000 a R$ 25.000, o que retorna como faturamento médio por mês o valor de R$ 40.000.

Os resultados podem ser obtidos entre 10 a 18 meses. As formas de negócio podem ser aplicadas nas unidades de acordo com a preferência do franqueado e do porte da cidade.

3. On Byte

Desde o início de 1992, a On Byte tem crescido na oferta de cursos profissionalizantes. Com tradição no ramo de informática, essa franquia já se firmou na área e também oferece cursos de inglês.

Quem fizer parte desse negócio vai pode encontrar uma estrutura de recursos audiovisuais e apostilas criteriosamente pensadas para o desenvolvimento do aluno.

Todo o ano, a rede On Byte apresenta novos cursos e oferece suporte ao franqueado, que vai desde administração dos negócios até a motivação da equipe de vendas.

Para ser um franqueado da On Byte será necessário investir entre R$ 32.000 a R$ 165.000. A taxa inicial de franquia vai de R$ 15.000 a R$ 35.000. O faturamento médio mensal pode chegar a R$ 20.000, com retorno de 12 a 24 meses.

4. Mad Science

Implantada no Brasil desde 2008, essa franquia educacional canadense atua em cerca de 30 países e é considerada referência internacional de entretenimento infantil. A Mad Science Global tem foco nas áreas STEM (Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática) para desenvolver seus produtos.

Com uma abordagem que pretende divertir e ao mesmo tempo levar conhecimento para as crianças, a Mad Science atua em diversos segmentos. A sua metodologia para ser aplicada em festas de aniversário, cursos extracurriculares, feiras escolares e eventos especiais, por exemplo. Tudo isso apresentado de maneira inovadora e interativa.

Essas são algumas das franquias do setor de educação que você pode escolher para investir. Antes de assinar o contrato, conheça atentamente as condições do negócio. Prefira aqueles que combinam melhor com o seu perfil e a sua capacidade de investimento. Afinal, o sucesso de ser um excelente franqueado depende de você.

Gostou da ideia de ser um franqueado? Então entre em contato com uma empresa capaz de oferecer serviços de educação divertida e interativa!